as pegadas o vento apaga da terra.
mas do coração
nem um furacão
pode apagar
por isso cuidado
se pisar em corações
por ai
AQUI VOCÊ VAI SER UM POUCO EU EM VOCÊ.
as pegadas o vento apaga da terra.
mas do coração
nem um furacão
pode apagar
por isso cuidado
se pisar em corações
por ai
Os corpos sozinhos
se deitam sedentos
a chuva que molha
não mata a sede
sede de prazer
cede o corpo
cede a mão
cede você
e a garganta
úmida no grito
úmida na fome
úmida de você.
olhares de mulher criança e de criança mulher mexiam com sentidos e insensatos desejos desejados queridos sentidos indomados de uma facilidade dificil de uma só vez facilmente temidos os suspiros saidos de lindos labios sedentos de nós mesmos e de si mesma sem tremer na hora que vinha de dentro o recolhido afago gritante de prazer imenso que eu nunca vi ser tão vivo quanto em sua boca louco carmim de seda pura e molhados respiros de suplica mediante um afago em seu ventre desnudo de pudor desnecessario para tanto fim
palavras dentro de palavras ela hoje busca e sem sentir que as encontra na primeira vez e que todas as outras são meros mergulhos em si mesma a procura de um mim que nunca saiu de sua frente apesar do tempo e da distancia que separam o eu do si mesma