sábado, 19 de setembro de 2009

Homenagem a Adriana Del Pozo

olhares de mulher criança e de criança mulher mexiam com sentidos e insensatos desejos desejados queridos sentidos indomados de uma facilidade dificil de uma só vez facilmente temidos os suspiros saidos de lindos labios sedentos de nós mesmos e de si mesma sem tremer na hora que vinha de dentro o recolhido afago gritante de prazer imenso que eu nunca vi ser tão vivo quanto em sua boca louco carmim de seda pura e molhados respiros de suplica mediante um afago em seu ventre desnudo de pudor desnecessario para tanto fim

palavras dentro de palavras ela hoje busca e sem sentir que as encontra na primeira vez e que todas as outras são meros mergulhos em si mesma a procura de um mim que nunca saiu de sua frente apesar do tempo e da distancia que separam o eu do si mesma

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